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Supertufão Ragasa: Devastador Ciclone Deixa Rastros de Destruição em Hong Kong e China

Nossa! Que tragédia! O supertufão Ragasa, o ciclone tropical mais potente de 2025 até agora, causou estragos terríveis na Ásia. Na quarta-feira (24), ele atingiu o sul da China, depois de deixar um rastro de destruição em Taiwan e Hong Kong. Só em Taiwan, 17 pessoas perderam a vida. Imagina só!

O Ragasa se formou no Pacífico Ocidental na semana passada. A força dele? Impressionante! Com marés quentes e condições climáticas perfeitas, virou um supertufão de categoria 5 na segunda-feira (22), com ventos superiores a 260 km/h. Me parece inacreditável a força da natureza!

Em Taiwan, a tragédia foi ainda maior. O transbordamento de um lago em Guangfu, cidade turística em Hualien, causou a morte de 17 pessoas após o rompimento de uma barreira na terça-feira (23). Imagens de carros sendo arrastados pela enchente são de cortar o coração.

Em Hong Kong, a situação não foi muito diferente. O Ragasa passou a cerca de 100 km ao sul da ilha, gerando ondas gigantescas na costa e deixando pelo menos 90 feridos. Um vídeo chocante mostra uma enxurrada invadindo e destruindo completamente um restaurante. Deu pra ver a força da água, inacreditável! Apesar do estrago, ao atingir o litoral sul da China, o tufão enfraqueceu um pouco.

Mas, mesmo assim, a destruição foi enorme. Guangzhou, Shenzhen, Foshan e Dongguan, grandes cidades na trajetória do Ragasa, abrigam cerca de 50 milhões de pessoas! Mais de 2 milhões precisaram ser evacuadas em Guangdong. O Ministério de Emergências da China mobilizou uma força-tarefa, enviando milhares de tendas, camas, equipamentos de iluminação e outros suprimentos. A mídia estatal chinesa divulgou a informação.

Além disso, centenas de voos foram cancelados em Hong Kong e na China devido à passagem do ciclone. O aeroporto internacional de Hong Kong ficou completamente impactado.

Enfim, o supertufão Ragasa deixou uma marca indelével na Ásia, mostrando o poder avassalador da natureza e a necessidade de preparação para eventos climáticos extremos. A recuperação será longa e difícil para as regiões afetadas.

Fonte da Matéria: g1.globo.com