Em Minas Gerais, nesta quinta-feira (4), o presidente Lula deu o ponta pé inicial no “Gás do Povo”. Olha só que notícia boa! A ideia é expandir o atual Auxílio Gás, chegando a mais de 15,5 milhões de famílias brasileiras. A conta? Cinco bilhões de reais previstos para 2026. Uau!
O lançamento aconteceu no Aglomerado da Serra, a maior favela de Belo Horizonte. Estiveram presentes o ministro Rui Costa (Casa Civil) e o ministro Alexandre Silveira (Minas e Energia), mineiro nato, e sua pasta foi a responsável pela criação do programa.
Esse “Gás do Povo” vai oferecer botijões de gás de cozinha (GLP) de graça! A proposta é bem simples: ampliar o atual Auxílio Gás, focando em famílias cadastradas no Cadastro Único com renda de até meio salário mínimo.
Segundo o ministro Silveira, a distribuição será “desburocratizada e simplificada”. A estratégia inclui aumentar o número de postos de revenda. “Vamos expandir o Auxílio Gás, que hoje atende 5,4 milhões de famílias, para uma distribuição bem mais fácil nos quase 58 mil postos de revenda espalhados pelo Brasil”, explicou Silveira em entrevista recente ao programa Voz do Brasil, na TV Gov.
Todos os postos receberão identificação do programa. Para resgatar o benefício, as famílias precisarão do cartão da Caixa, do Bolsa Família, ou poderão sacar o vale em qualquer lotérica do país, ou ainda pelo app da Caixa.
E tem mais! O governo estuda a volta das tradicionais “gaiolas” nos postos para facilitar ainda mais a entrega dos botijões. Uma mão na roda, né?
A previsão é que o programa comece a funcionar em novembro. Aliás, o nome passou por uma pequena mudança. Inicialmente, a ideia era “Gás pra Todos”, mas acabou virando “Gás do Povo”. Vale lembrar que o governo já conta com o Auxílio Gás, que já ajuda muitas famílias com o custo do botijão.
Desta vez, a estratégia inclui vouchers para reduzir o risco de desvio dos recursos. Me parece uma boa ideia para garantir a transparência do programa.
No governo, o “Gás do Povo” é visto como um grande trunfo para o final do mandato de Lula, junto com outras medidas como a ampliação da gratuidade na conta de luz e a isenção do Imposto de Renda para quem ganha até R$ 5 mil. O programa será enviado ao Congresso como Medida Provisória (MP).
Vale destacar que Minas Gerais tem o segundo maior colégio eleitoral do país e costuma ser decisivo em eleições presidenciais acirradas. O governador Romeu Zema (Novo), aliás, é pré-candidato à presidência.
Fonte da Matéria: g1.globo.com