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Cinco Celulares Intermediários em Teste: Desempenho Top por um Preço Que Cabe no Bolso?

Em 2025, os celulares intermediários tão bombando! Eles quase imitam os tops de linha, sabe? Com muita tecnologia embarcada, mas com um preço bem mais camarada (pelo menos, a maioria!). A gente do Guia de Compras do g1 botou a mão na massa e testou cinco modelos com Android pra você. Olha só:

* Jovi V50 Lite (R$ 3.000)
* Moto G86 (R$ 2.000)
* Oppo Reno 13F (R$ 3.000)
* Samsung Galaxy A56 (R$ 2.000)
* Xiaomi Redmi Note 14 Pro (R$ 4.600)

Os preços foram checados em lojas online, lá pela metade de setembro. A gente avaliou tudo: design, desempenho em tarefas do dia a dia e nos games, duração da bateria e, claro, as câmeras. Vamos aos resultados?

**Design: De Frente, Quase Irmãos Gêmeos**

De frente, os cinco são bem parecidos, viu? Telas na faixa das 6,7 polegadas, com taxa de atualização de até 120Hz. Isso significa que a tela “pisca” mais vezes pra trocar uma imagem, deixando tudo mais fluido, principalmente em vídeos e jogos. Um baita diferencial!

Olhando por trás, a história muda um pouco. O Jovi V50 Lite, versão mais simples do V50, tem acabamento em plástico e câmeras bem destacadas. O flash até funciona como um “ring light”, iluminando as fotos – legal, né? Vem em ouro ou preto e tem proteção IP65 contra água e poeira.

Já o Moto G86 aposta em um visual mais arrojado, com uma capa que imita couro e câmeras mais discretas. As bordas metálicas combinam com a cor do celular (grafite ou vermelho), e a proteção é ainda melhor: IP68 e IP69 (água, poeira e jatos de alta pressão)!

O Oppo Reno 13F lembra bastante o Reno 13, o irmão mais velho. A versão preta é clássica, mas a lavanda… nossa! Um padrão que parece uma flor desenhada, bem chamativo. Assim como o Moto G86, tem proteção IP68 e IP69. E tem mais: a Oppo permite tirar fotos subaquáticas (água doce, hein? Nada de mar!), a até 2 metros de profundidade por 30 minutos. A câmera até expulsa a água depois das fotos usando vibração! Incrível!

O Samsung Galaxy A56, com traseira de vidro e bordas de alumínio, parece até um Galaxy S25! As câmeras ficam alinhadas na traseira, igual ao modelo top de linha. Ele é o que tem mais opções de cores: rosa, verde, preto e cinza. A proteção é IP67.

Por fim, o Redmi Note 14 Pro da Xiaomi se destaca com bordas curvas, a tela acompanhando as laterais do aparelho, com estrutura em alumínio. A tela é um pouquinho menor (6,67 polegadas) que as outras. Tem proteção IP68 e vem em preto, roxo e verde.

**Desempenho e Bateria: Um Show de Força (Quase Todos!)**

As configurações são as esperadas para a categoria:

* Processadores Samsung (Galaxy A56), Qualcomm (Reno 13F) e MediaTek (Jovi, Motorola e Xiaomi), fabricados em 4 nanômetros (exceto o Jovi V50 Lite, em 6 nm). Quanto menor o número, mais potente o chip. Os tops de linha já estão em 3 nm.
* 8 ou 12 GB de RAM.
* 256 GB de armazenamento em todos os modelos.

Detalhe: Motorola e Xiaomi ainda incluem entrada para cartão microSD, algo raro em 2025!

Nos testes de desempenho (usamos PC Mark, 3D Mark e GeekBench 6), o Moto G86 se destacou, seguido pelo Galaxy A56 e Redmi Note 14 Pro (quase empatados) e o Oppo Reno 13F. O Jovi V50 Lite ficou em último nos dois testes. Já na performance gráfica, o Galaxy A56 liderou, seguido por Redmi Note 14 Pro, Moto G86 e Reno 13F. Novamente, o Jovi ficou em último.

A duração da bateria variou bastante. O Jovi V50 Lite durou mais (17h48), graças à bateria de 6.500 mAh. Em seguida vieram Oppo Reno 13F (12h40 com 5.800 mAh), Galaxy A56 (12h30 com 5.000 mAh) e Redmi Note 14 Pro (11h27 com 5.100 mAh). O Moto G86 teve a menor duração (9h32 com 5.200 mAh). Lembre-se: isso varia muito com o uso!

Mas calma, se a bateria acabar antes do previsto, todos têm carregamento rápido. O da Motorola é o mais lento (33W), enquanto Oppo, Samsung e Xiaomi oferecem 45W. E o Jovi? 90W! Carrega de 0 a 100% em 52 minutos! (O iPhone, pra comparação, usa 20W).

**Câmeras: Fotos de Cinema no Seu Bolso**

Tirar fotos com um intermediário em 2025 é outra história! A mágica acontece com a combinação de sensores, processador e inteligência artificial.

Jovi V50 Lite, Moto G86, Oppo Reno 13F e Galaxy A56 têm sensor principal de 50 MP, enquanto o Redmi Note 14 Pro tem 200 MP. Os resultados foram ótimos em todos! As diferenças são sutis, principalmente no tom do céu e nas cores das flores. Na grande angular (8 MP, exceto o Samsung com 12 MP) e na macro (2 MP, exceto o Samsung com 5 MP), os resultados também foram bons. À noite, Jovi e Samsung se saíram melhor no equilíbrio entre claro e escuro.

As selfies também são de alta resolução: 32 MP no Jovi, Motorola e Oppo; 20 MP no Xiaomi; e 12 MP no Samsung.

**Conclusão: Qual o Melhor Custo-Benefício?**

Todos os celulares têm bom desempenho e tiram fotos excelentes. A duração da bateria variou, mas nenhum vai te deixar na mão no meio do dia.

Se a gente for pelo custo-benefício, o Moto G86 e o Samsung Galaxy A56 (R$ 2.000) são as melhores opções. Preço justo, boas câmeras e ótimo desempenho.

Em relação à bateria, o Jovi V50 Lite foi o campeão (quase 18h!), seguido por Oppo e Samsung (cerca de 12h30) e Xiaomi (11h30). O Moto G86 ficou em último (9h32). Mas o Jovi foi mais lento nos testes de desempenho.

**Um detalhe importante:** o tempo de atualização do Android. Quanto mais atualizações, mais tempo o celular vai durar. A versão atual é a 15, mas a 16 já está disponível em modelos mais caros.

* **Jovi V50 Lite:** Duas atualizações do Android e três anos de atualizações de segurança.
* **Oppo Reno 13F:** Cinco upgrades do Android e seis anos de atualizações de segurança.
* **Samsung Galaxy A56:** Suporte para até seis gerações de upgrade do Android e seis anos de atualizações de segurança.
* **Xiaomi Redmi Note 14 Pro:** Três atualizações do Android e quatro anos de atualizações de segurança.

**Como Foram Feitos os Testes:** Os aparelhos foram emprestados pelas fabricantes e serão devolvidos. Usamos PC Mark, 3D Mark e GeekBench 6 para simular tarefas do dia a dia. Nos testes de bateria, as telas foram calibradas para 70% de brilho (quando possível) e a taxa de atualização padrão (60 Hz). A bateria foi carregada a 100% e o teste rodou até atingir 20% de carga.

*Esta reportagem foi produzida com total independência editorial. A Globo pode auferir receita por meio de parcerias comerciais caso o leitor adquira algum produto por meio dos links disponibilizados. A Globo não tem responsabilidade sobre a experiência de compra.*

Fonte da Matéria: g1.globo.com