Cena de faroeste? Não tá longe disso! Xerifes, duelos… A imagem clássica do Velho Oeste americano, né? Mas, olha só, além das telas, essa história tem um lado real, com cidades que cresceram, brilharam e depois… sumiram. Algumas viraram verdadeiras cidades-fantasma, esquecidas por décadas. Aí, de repente, elas ressurgem, virando atrações turísticas e, acredite, até sonho de consumo! Um cara, por exemplo, comprou uma só pra ele! Incrível, né?
**Nelson: de mina abandonada a ponto turístico**
Em 1994, Tony e Bobbie, um casal, queriam comprar uma casinha em Nelson, Nevada. Só que, pega essa: os antigos donos só aceitavam vender se eles também comprassem uma mina abandonada desde 1942! Imagina só: sem luz, sem esgoto… Mas eles se mudaram com os cinco filhos e transformaram o lugar. Hoje, Nelson recebe visitantes do mundo todo! A casa deles? Uma verdadeira relíquia, com milhares de objetos antigos e, acredite se quiser, um freezer cheio de cascavéis! Shawna, filha do casal, contou que a fama de cidade mal-assombrada é forte: “Os piores assassinos de Nevada saíram daqui. A polícia nem entrava!”, disse ela.
**Rhyolite: o boom e o colapso**
No árido deserto do Vale da Morte, as ruínas de Rhyolite parecem cenário de filme, sabe? Uma cidade intocada há mais de cem anos! Tudo começou com a corrida do ouro no Oeste americano. Em poucos meses, um acampamento com dois homens virou uma cidade com 2.500 habitantes! No auge, tinha prédios de três andares, lojas, uma escola para 250 crianças e até uma bolsa de valores! Uau! Mas, em 1907, a crise financeira em Nova York atingiu em cheio a região. As minas fecharam, os bancos quebraram e, em 1910, só restavam 600 moradores. Em 1916, as luzes se apagaram. Hoje, Rhyolite renasceu como ponto turístico. Mary, uma turista irlandesa, resumiu a experiência: “Está tudo abandonado e no meio do nada… imagino que era difícil viver aqui.”
**Cerro Gordo: uma cidade só para ele**
Aí que vem a cereja do bolo: durante a pandemia, Brent Underwood decidiu se isolar e comprou Cerro Gordo, na Califórnia, por US$ 1,3 milhão. Por mais de um ano e meio, ele foi o único morador! Ele encontrou objetos antigos incríveis, como um caminhão com marcas de bala, e criou um museu. E, claro, compartilhou tudo na internet! A declaração dele é impactante: “Vejo a preservação de Cerro Gordo como a preservação de um campo de batalha: para entender sua história, não necessariamente para repeti-la. Acho que isso serve de alerta para lugares criados apenas para extração ou lucro de curto prazo”.
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Fonte da Matéria: g1.globo.com