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Navios petroleiros são atacados no Iraque; tripulante morreu

Navios são atingidos por projéteis não identificados no Estreito de Ormuz
Dois navios petroleiros foram atacados no porto de Basra, no Iraque, nesta quarta-feira (11). Segundo a autoridade portuária do país, os ataques incendiaram as embarcações, causando a morte de um tripulante estrangeiro.
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Após evacuar cerca de 25 tripulantes das embarcações, o país fechou todos os portos de petróleo. Os portos comerciais continuam operando.
O diretor-geral da Companhia Portuária Iraquiana, Farhan al-Fartousi, disse à Agência de Notícias Iraquiana (INA) que os funcionários do porto iraquiano conseguiram resgatar a tripulação de um petroleiro estrangeiro atacado nas águas do país. Segundo al-Fartousi, a tripulação desse navio era composta por mais de 20 pessoas.
🔍 O terminal portuário de Basra é considerado o mais importante do país, pois exporta cerca de 80% do PIB iraquiano.
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400 milhões de barris de petróleo
Os 32 países-membros da Agência Internacional de Energia (AIE) concordaram nesta quarta-feira (11) em disponibilizar 400 milhões de barris de petróleo de suas reservas de emergência para conter a alta do preço dos combustíveis provocada pela guerra no Oriente Médio.
É a maior liberação de reservas já feita pelos países da AIE. Até então, o recorde havia sido de 182,7 milhões de barris, após a invasão da Ucrânia pela Rússia, em 2022.
➡️ A guerra no Oriente Médio tem pressionado os preços do petróleo, que voltaram a subir nesta quarta-feira devido ao bloqueio no Estreito de Ormuz, uma rota de trânsito crucial por onde passa 20% do petróleo e do gás natural consumidos em todo o mundo.
Segundo a AIE, uma média de 20 milhões de barris por dia de petróleo bruto e derivados transitou pelo Estreito em 2025. E, entre petróleo bruto e derivados, a produção global é de 100 milhões de barris por dia.
Atualmente, os membros da AIE mantêm mais de 1,2 bilhão de barris de estoques públicos emergenciais de petróleo, além de outros 600 milhões de barris em estoques da indústria mantidos por obrigação governamental.
O cronograma de liberação ainda será definido.

Fonte da Matéria: g1.globo.com