A China anunciou que não mais buscará o tratamento diferenciado concedido a países em desenvolvimento nos acordos da Organização Mundial do Comércio (OMC). Essa decisão, divulgada pelo Ministério do Comércio chinês, visa fortalecer o sistema multilateral de comércio, num momento marcado por disputas tarifárias e protecionismo. A gente sabe, né? A situação tá tensa!
Embora não mencione explicitamente os Estados Unidos ou as tarifas impostas pelo presidente Donald Trump em anos anteriores, a medida é interpretada nesse contexto. Afinal, os EUA vinham pressionando há anos para que a China renunciasse a esse status, considerando-a a segunda maior economia global. Esse tratamento especial na OMC, sabe?, garante condições mais flexíveis para abertura de mercados e prazos mais longos para a implementação de medidas de liberalização.
A OMC, com sede em Genebra, atua como palco para negociações comerciais internacionais e garante a aplicação dos acordos. Mas, a verdade é que sua eficácia tem diminuído, gerando apelos por reformas urgentes. A diretora-geral da OMC, Ngozi Okonjo-Iweala, classificou a decisão chinesa como “uma notícia de grande importância para a reforma da OMC”, agradecendo publicamente ao país no X (antigo Twitter). “Isso é o resultado de muitos anos de trabalho árduo!”, escreveu ela.
O anúncio oficial da mudança veio do primeiro-ministro Li Qiang, durante discurso proferido em Nova York na terça-feira, num fórum de desenvolvimento promovido pela China na Assembleia Geral da ONU. É importante destacar que, apesar dessa mudança de postura na OMC, a China continua se classificando como país de renda média e afirma pertencer ao grupo de nações em desenvolvimento.
Nos últimos anos, a China se tornou um importante ator no cenário de financiamento e apoio técnico a países em desenvolvimento, principalmente através de empréstimos e assistência técnica para projetos de infraestrutura — estradas, ferrovias, barragens etc. — frequentemente executados por empresas estatais chinesas. Olha só o impacto disso tudo!
Fonte da Matéria: g1.globo.com